Comecei a ficar ansiosa para saber o que era aquilo que estava no pallet, logo avistei um rato dei um pulo de susto o livro foi parar de baixo da mesa, meu coração acelerou, o rato sumiu sim isso mesmo o famoso rato que meus colegas falavam estava na minha frente por uns minutos, estava comendo as migalhas do chão pegava e voltava até o pallet, peguei o livro assentei - me na cadeira, me acalmei, fiquei pensando o que fazer? De súbito pensei, pensei em me vingar do susto e do grande medo de maneira mais simples genial, tive uma ideia luminosa de matar o grande medo mas com que? olhei para os lados para vê se encontrava algo abri o armário encontrei uma tesoura grande.
Finalmente, minha decisão foi tomada, peguei a tesoura fiquei
novamente imóvel de pé em frente a cadeira a espera do grande medo, logo
ele apareceu mirei a tesoura na direção dele, fechei os olhos para
não ver o estrago, com a velocidade que a tesoura foi até o grande medo
fez com que ele fosse para a direção da janela que estava aberta, apenas
vi cheio de sangue, e no chão a tesoura.
Depois disso fiquei com a consciência pesada matei o grande medo,
este pensamento se apoderou de mim de tal forma, pouco a pouco não consegui mais desembaraçar-me dele, sempre quando ia ao DACE esse
pensamento atormentava-me como se fosse o grande medo me atormentando
agora no pensamento, e como me livrar disso? Parece, senhores que eu me
arrependo e peço perdão de não sei que crime? Estou certa que ides
imaginar isso, jamais consegui ser malvada, nem mal, nem canalha, nem
mesmo um inseto. E agora termino no meu cantinho onde tento piedosamente
me consolar, aliás sem sucesso.

Sorte que não estava lá, porque tenho fobia de rato
ResponderExcluirÓtimo conto Marta! Uma narrativa psicológica que prende a atenção do leitor do início ao fim! Lembra o estilo de Dostoiévski, uma influência perceptível, que conversa muito com o nosso subconsciente. Parabéns!
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